quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ensaio terceiro

O amor é a forma mais estúpida de demonstração de afeto entre duas pessoas. No entanto, é a mais bem sucedida de todas elas.


Somos sempre herdeiros de problemas à procura de soluções... O mundo em devaneio nos assusta por excessos. E tu que és menino e tolo, não consegues entender.
Acalma-te e choras, choras mesmo que não haja dor; um choro tranquilo, um choro sereno, que é pra recompor-lhe a alma e equilibrar-lhe os fluidos naturais. Daqueles que nada sabemos, que agem por mistério.

Há há há!

Segues um pouco mais teu coração que a vida lhe será mais prazerosa; teus dissabores lhe serão menos penosos; e tu sonharás como quando era menino e não te importavas com as tolices dos homens maduros, dos homens de siso, pensadores por excelência e sofredores por opção. Deixa fluir os sentimentos engasgados no peito, dá voz a quem quer falar dentro de ti.

Por que privilegias uns poucos personagens de ti mesmo?

É por isso que não consegues versar a longo prazo. É por isso que não consegues fazer escolhas em sua vida. Porque te privas do contato com aquilo que lhe é próprio e constituinte.

Não sois vós. Sois aquilo que não entendeis!

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